What’s going on

janeiro 23, 2010

Como era bom ser criança, brincar pelo quintal sem se preocupar, assistir á programas infantis e rir das coisas alheias, estendendo a mão para ajudar a mãe nos afazeres domésticos. Quanto mais o tempo passa, mais eu me sinto nostálgico, e com vontade de me desligar deste mundo caótico.

Televisão hoje é um meio de deprimir o seu ego, quer ficar mal? Ligue a Televisão. Tudo é tão sensacionalista, ou é a pura verdade que não queremos acreditar. Já perdi a contas do tamanho dos absurdos, dezenas de crianças inocentes e abandonadas em qualquer lugar imundo, adolescentes sendo abusadas, mulheres sendo agredidas pelos seus próprios “parceiros”, e tudo isso sendo supervisionado pela natureza, e me parece que ela não está nem um pouco contente!

É notável a sua ira, o mundo sempre foi desequilibrado, e o Homem não lutou o suficiente para estabelecer um equilíbrio entre o meio ambiente, e o que vemos é a resposta, um grito alarmante que de nada parece ajudar.

Quantas vidas já não estão entre nós, estão perambulando buscando entre os escombros, vestígio de uma vida que se foi, quantos brasileiros se afogando em meio á tanta falta de cuidado e atenção, e o mundo sendo castigado enquanto o Homem finge não saber o motivo.


Aonde vamos parar? Enquanto se datam ofim do mundo, acho que a natureza esta mostrando que quem determina o tempo é ela. Até quando daremos maior atenção para as reformas tecnológicas (paranóia hi-tec)? E se esquecer do meio ambiente que nos acoberta dos acontecimentos naturais (mesmo que devastadores). Até quando nos preocuparemos com a mais perfeita inteligência artificial? E esqueceremos do eu pensante, que no momento de nada pensa e nada acontece.

A pergunta que fica no ar (se desviando das freqüências wi-fi), até quando?

Por Fábio Santos

Sugestão de Musica: What’s going on (Cyndi Lauper)

Anúncios

Mensagem de George Carlin para você !

dezembro 31, 2009

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV
demais e raramente estamos com Deus.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos
à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas
não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos
menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos
comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e
relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas
chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas ‘mágicas’.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na
dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te
permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar
‘delete’.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas
não estarão aqui para sempre.

Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer.

Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira(o)
e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame…
se ame muito.

Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valorize sua Família e as pessoas que estão ao
seu lado, sempre

FELIZ ANO NOVO!!!