Você é um profissional Bom, Bonzinho ou Ruim?

outubro 26, 2009

imagemTodas as manhãs, por volta das 07h50min ouço na rádio CBN o escritor e comentarista Max Gehringer em seu programa Mundo Corporativo.

São apresentados vários conselhos sobre carreiracomportamentoliderança, que no meu ponto de vista potencializam nossos conhecimentos para nos tornamos melhores profissionais.

Um comentário específico (que também está em seu livro “O melhor de Maxter-bom-humor-no-trabalho-e-fundamental Gehringer na CBN“) me chamou atenção. Gehringer classificou os funcionários em três tipos, sendo os bons, os bonzinhos e os ruins.

Ele menciona que os funcionários RUINS, cedo ou tarde são postos para fora da empresa, pois é muito evidente sua falta de produtividade. Os BONS são promovidos. Mas os BONZINHOS não deslancham apesar da sua simpatia, competência e de ser apreciado pelo chefe. Max enfatiza que o BONZINHO não é agressivo, não mostra espírito de liderança, isto é, não faz a diferença na organização.

Para quem está em dúvida se é BOM ou BONZINHO, o autor descreve cinco característica do profissional BONZINHO:

1. O BONZINHO é ouvinte, numa reunião evita dar palpite e está sempre fazendo aquele gesto positivo com a cabeça.

2. O BONZINHO concorda com tudo, principalmente com aquilo que não concorda. Sempre acha que é melhor não arrumar confusão e conversar depois, com mais calma.

3. O BONZINHO não desafia ninguém, não gosta de discórdia. Para ele o empate é o melhor resultado.

4. O BONZINHO nunca desabafa. Mesmo quando está uma arara, ele continua com aquela expressão de manequim de loja de shopping.

5. O BONZINHO detesta aparecer. Se surgir uma daquelas raras oportunidades de matar um dragão e virar o herói da empresa, o BONZINHO prefere sentar e ficar esperando o dragão morrer de velho.

Se você se identificou mais com o BOM – Legal… Mas se você se identificou com o BONZINHO – Legal também, pois talvez, você acaba de perceber que é necessário mudar.

texto-o bom e o ruimAcredito que Max Gehringer tem como objetivo conscientizar os BONZINHOS de que com estas atitudes, não conquistarão patamares mais elevados na organização, isto é, ficarão a mercê de seus gestores. O BONZINHO não tem as rédeas do sucesso profissional em suas mãos. E conhecendo estes comportamentos limitantes você poderá iniciar um processo de auto-administração, buscando comportamentos dos profissionais de sucesso, isto é, daqueles que se destacam.

Antes de entrar para a próxima reunião e ficar concordando com tudo que falam, prepare-se e estude sobre o assunto. Você estará mais confiante para contrapor outras opiniões e contribuir na busca de resultados

Da próxima vez que um desafio aparecer a sua frente, agarre a oportunidade de sobressair, lidere o projeto, encare as dificuldades, faça parcerias para desenvolvê-lo e contribua ferozmente com os objetivos da organização.
Desafiar, ousar, inovar e até mesmo contestar, são verbos utilizados pelos BONS, e com estas atitudes de um verdadeiro líder, não tenha dúvidas, que você conquistará pontos importantes para uma próxima promoção.

Fonte:
Ricardo Piovan
é palestrante e consultor organizacional. Diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, Coaching e treinamentos. Coordenador dos treinamentos Liderança Assertiva e Sprint Leade


Satisfação profissional

maio 15, 2009

O que será necessário para um funcionário ter satisfação em dar o seu melhor para empresa ? Será que é possível ter visibilidade e plano de carreira em meio a tanta concorrência?
Este blogueiro que vos escreve acaba de sair de uma empresa de grande porte, pediu as contas após 2 anos e 5 meses de dedicação, e na insatisfação do reconhecimento  profissional dentro da empresa, resolveu seguir em frente.

Uma empresa que aposta no funcionário, é aquela que disponibiliza ferramentas para o desenvolvimento profissional, capacitando-o para que o mesmo tenha aptidão em exercer outras áreas. Hoje, algumas empresas se preocupam com a sua visibilidade no mercado de trabalho, muita das vezes são reconhecidas por “iso’s”, “projetos sócio-ambientais”, “diversos prêmios da categoria” etc. Sendo assim esquecendo do próprio funcionário. Para um bom relacionamento entre empresa x funcionário, deve haver uma ponte de comunicação, pois ninguém consegue nada sem a união um do outro, o funcionário precisa da infra-estrutura e remuneração da empresa, e a empresa necessita do funcionário para cumprir o serviço prestado aos clientes, e se haver falhas nesta comunicação … o serviço final não terá a qualidade esperada pelos clientes !

Mas empresas assim existem mesmo, é mais lucrativo, exploram um número grande de funcionários (pois sempre contrataram outros na falta de um). Não investem o suficiente, pois  gente para trabalhar não falta, e há aqueles funcionários que não procuram estender seus conhecimentos , e acabam se acomodando, e permanecem na esperança de “algum dia ser mandado  embora para receber os direitos”, o que acaba resultando em uma grande perda de tempo,pois o tempo passa e nada acontece, lembrem-se, as coisas mudam !!!.

Eu, Fábio Santos, busquei novos horizontes, sempre estou ligado no mercado de trabalho, estudando e entendendo as novas tendências, me especializando para um futuro de sucesso.
SUCESSO ??? Sim, sucesso, ou alguém quer ser um FRACASSADO ??? A ambição motiva você a procurar sempre o melhor, estimule a ambição se baseando em você (seu futuro) e jamais ultrapasse o limite da ética, cresça pelo seu esforço !
No mercado de trabalho, há muitas pessoas formadas, qualificadas para diversas áreas, cursos técnicos, poliglotas, gestores etc… Mas o mercado está atrás de pessoas “inovadoras”, funcionários flexíveis á mudanças, pessoas que são proativas em buscar soluções… e isso á vida ensina !

img_premio_vc_saAcabo de passar em um processo seletivo para uma das melhores empresas para trabalhar (lembrando que são três anos consecutivos,2006, 2007 e 2008)

A Nextel é um exemplo de empresa que sabe manter a comunicação entre seus funcionários.
Eu sou um pesquisador nato, gosto de descobrir as coisas, e graças á internet, nos conectamos
com o mundo.

Saiba usar as ferramentas que você têm em mãos, eu por exemplo, usei até mesmo o ORKUT para
pesquisar a satisfação que as pessoas sentem em trabalhar em determinadas empresas.

Eu pesquisei as comunidades da antiga empresa no qual eu prestava serviço,  que não citarei o nome  por ética (coisa que a mesma não tem), e para a minha surpresa (ou não !) havia mais comunidades negativas do que as positivas (cerca de 70 %), e pesquisando com a Tag “Nextel”, não encontrei “nenhuma comunidade negativa á respeito da empresa citada acima”!!! Por estes meios você percebe a diferença, e a REAL visibilidade que a empresa coloca á disposição no mercado de trabalho.

nextel

Lembrem-se: Continuem se profissionalizando e buscando tendências no mercado de trabalho, pois um dia é ele que encontrará você !

Por Fábio Santos

Desejem boa sorte para mim nesta nova etapa da minha vida, sei que tudo que fazemos de bom é recompensado uma hora.
E gostaria de agradecer ao Jornalista Felipeh Campos por prestigiar o meu trabalho, pois não há nada melhor do que ter um trabalho reconhecido ! Sua proposta é uma honra, enviarei um e-mail em breve para mantermos contato, mais uma vez, obrigado !!!

E você, como anda a sua Satisfação Profissional ?


Objetivo: Saiba o seu alvo.

janeiro 14, 2009

Momento para refletir, momento para amar, momento para ir trabalhar, momento para se alimentar, momento para se exercitar… temos momentos para tudo, e assim a vida vai passando, cada segundo, cada minuto, cada hora…. e onde você chegou ?

A definição mais clara de “Objetividade“, é traçar onde e quando você quer alcançar o seu próposito. Traçar um objetivo é pensar em possibilidades, é ter audácia de conquistar o seu sonho, seja qual seja este sonho (emprego, imóvel, família, marido, etc).

O Ser Humano vive em função de recompensa, é isso mesmo o que você leu, desde muito cedo aprendemos a reagir a uma ação conforme a recompensa. Mas isso não é exclusividade não, nos animais também funciona deste modo (principalmente nossos primos Macacos !).

Vivemos em função de uma recompensa também (alías, de várias) ! É por este motivo que há tanta competitividade entre os funcionários, entre amigos, e até mesmo entre familiares. Mas não se esqueça da honestidade, da humildade e fatores que enobrecem o ser humano (o que os torna um diferencial na sociedade) , ter empatia e controlar o espírito competidor.

Muitos vivem e trabalham e conquistam seus sonhos por méritos, pois não desistiram fácil do seu “alvo“, estudaram e planejaram meios para “encurtar” o trajeto (espero que de maneira honesta).
Mas outros são bloqueados, e não correm atrás deste ideal, ficam satisfeitos com qualquer coisa, e são exatamente estes que não progridem, e passarão a vida toda se lastimando, dizendo-se “pobre“, “não estudado“, “não teve oportunidade“….mas ao fim sabemos que todos são aptos á alcançar uma posição satisfatoria na vida, e o que nos diferencia uns dos outro é a força de vontade, lembre-se que somos iguais, nascemos com o mesmo cerébro, e a diferença está no desenvolvimento pessoal, nos meios que a pessoa usou para desenvolver suas habilidades para com a vida.

NÃO SE LIMITE A PENSAR EM REALIZAR ALGO. TENHA A CONVICÇÃO DE QUE CONSEGUIRÁ REALIZÁ-LO.

 

A palavra possui força misteriosa. Mentalizando sempre “Eu consigo”, você adquire a convicção de conseguir, e isso lhe possibilita alcançar realmente o seu objetivo. O ser humano nem sempre consegue realizar tudo o que pretende, mas infalivelmente realiza aquilo que tem a convicção de ser capaz de fazer.
Do livro A Cartilha da Vida, vol. 2 – Masaharu Taniguchi
 
 

Como sugere o grande mestre Taniguchi, temos que acreditar em nossas competências, mover forças para concretizar nossos sonhos.
Sonhos continuarão sendo sonhos se você nada fazer.
Tenha mais auto-confiança, tenha compaixão com a vida, agradeça á tudo que esta ao seu redor, entusiasme-se,  pois quando você esta bem com o seu Deus Interior, facilita na concretização do caminho que tanto você busca.

E aí, qual é o seu alvo ? E por que continua aí parado ?

Por Fábio Santos
(não copiar sem a prévia do autor)